Eficiência Energética: Brasil ainda perde bilhões com desperdício de energia
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Eficiência Energética: Brasil ainda perde bilhões com desperdício de energia

Eficiência Energética: Brasil ainda perde bilhões com desperdício de energia

Segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV), em parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), 54,4% das grandes empresas brasileiras devem ampliar suas iniciativas em inovação nos próximos três anos e 37,3% manterão os investimentos nos padrões atuais.

Grande parte dos investimentos deve ser direcionada para a transformação digital do setor industrial, com vistas a aumentar a eficiência energética dos processos fabris, tornando-os menos custosos e mais sustentáveis.

Esse movimento é de fundamental importância visto que a geração e o consumo de energia elétrica ainda persistem entre os maiores entraves contra a alavancagem produtiva da indústria brasileira. O último ranking global elaborado pelo American Council for an Energy-Efficient Economy colocou o Brasil entre os últimos cinco colocados de uma lista com 25 países, no que se refere às políticas públicas e práticas empresariais para a gestão da eficiência energética.

Entre as principais razões que explicam esse baixo desempenho destaca-se o investimento insuficiente em inovação. Apenas para comparar, enquanto direcionamos cerca de 191 milhões de dólares por ano para projetos de eficiência energética, a Alemanha já ultrapassou o montante de 2,5 bilhões de dólares, ou seja, cerca de 13 vezes mais.

O desperdício de energia é também um outro importante ponto de atenção. Dados recentes divulgados pela ABESCO (Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia) mostram que, entre 2014 e 2016, o Brasil desperdiçou o equivalente a 140% do montante anual gerado pela usina de Itaipu. São mais de 60 bilhões de reais que poderiam ter sido salvos caso tivéssemos investido mais pesadamente em tecnologia.

A indústria é uma das maiores responsáveis por esse quadro, visto que consome ao menos 40% de toda a energia produzida no país. Maquinário obsoleto, motores com problemas de manutenção e a ainda insuficiente integração dos processos produtivos às últimas inovações tecnológicas são os grandes responsáveis por tamanho desperdício.

 

Fonte: V2COM Weg Group

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